A companhia de seguros que indemnizou Kim Kardashian em mais de 6 milhões de dólares, depois de esta ter sido assaltada num hotel de Paris, em 2016, avançou com um processo contra o segurança que acompanhou a “socialite” durante essa viagem e a empresa de segurança para a qual trabalhava.
A justificação para o processo interposto pela companhia de seguros contra o segurança Pascal Duvier e a empresa para a qual trabalhava, a Protect Security, relaciona-se com o facto de ele ter deixado a empresária norte-americana sozinha depois de seguir as irmãs Kourtney Kardashian e Kendall Jenner até um clube nas redondezas do hotel.
Além disso, Duvier não terá alertado, também, a unidade hoteleira sobre o não cumprimento de certas medidas de segurança. Entre as falhas apontadas pela companhia de seguros, destaque para o facto de o portão da parte da frente do hotel não ter fechadura e o intercomunicador da porta não estar a funcionar.
Por estes motivos, a companhia de seguros de Kim Kardashian decidiu avançar com um processo de forma a indemnizar a empresa de segurança em cinco milhões e trezentos mil euros, ou seja, o mesmo que já teve de pagar à “socialite” pelos danos que lhe foram causados a 3 de outubro de 2016.
Recorde-se que nesse dia, num hotel localizado na cidade de Paris, em França, dois homens vestidos com uma farda de polícia invadiram o quarto no qual Kim estava hospedada e roubaram vários bens da empresária depois de a terem amordaçado, agarrado e colocado no interior de uma banheira.
TEXTO: Duarte Lago (com AFS)