O apresentador está de volta com o programa “I Love Portugal”, na RTP1, ao lado de Filomena Cautela. A Covid-19 baralhou as contas da segunda temporada.
Menos abraços, conferências entre concorrentes com distância social e jogos desinfetados: a Covid-19 veio mudar a forma como o “I Love Portugal” regressou para a segunda temporada. O programa de domingo à noite da RTP1, apresentado por Vasco Palmeirim e Filomena Cautela, tem, agora, menos gente em palco e cumpre todas as diretrizes da Direção Geral da Saúde (DGS).
“Basicamente, a equipa é toda a mesma, embora o número de pessoas no plateau seja menor, por causa da Covid-19. Tinha medo que o vírus afetasse a dinâmica do programa, mas não afeta nada. Temos o público a vibrar, toda a gente a respeitar as indicações da DGS”, começa por salientar o também animador das manhãs da Rádio Comercial, em entrevista à N-TV.
“Eu e a Mena somos de contacto físico e não podemos estar como queremos, mas não desejamos ser maus exemplo. Dizemos às equipas para não se aproximarem muito e, no jogo do presente envenenado, por exemplo, as mãos são desinfetadas, e quando se põe o barrete a mesma coisa. Não queremos que o programa seja um mau exemplo e é difícil fazer televisão hoje em dia, porque há uma mudança de mind set e tu pensas em coisas que não pensavas”, admite.
Vale uma dupla que se conhece muito bem. “Com a Filomena é fazer isto de olhos fechados. É saber com o que se pode contar, é lidar com alguém que partilha a mesma área, o mesmo humor, o mesmo estilo do que tu. Com ela não é trabalho, é um prazer, divertimo-nos muito. Trabalhei com a Mena no Festival da Canção e agora aqui e é muito bom partilhar o palco com alguém que gosto muito”, elogia Vasco Palmeirim.
O comunicador acredita que o “I Love Portugal” tem uma missão: “Além do conteúdo do programa, com informações sobre o nosso país, é aquilo que transmite às pessoas. Muita gente me diz que é o típico formato de domingo à noite, com toda a gente à frente da televisão. Gostava muito que a RTP trancasse este programa por muitos e bons anos. Aprendemos mais sobre o nosso país, temos música ao vivo, convidados, é fantástico”.
Entre as dezenas de jogos, Vasco Palmeirm tem os seus preferidos. “Adoro a Lista, porque me faz pensar muito e as perguntas finais em que as respostas são sempre um número, que te põem a pensar. Depois há o jogo do presente envenenado, que destaco pela reação das pessoas quando começa a fumegar antes de rebentar”, remata.








