Com apresentação de nomes que fazem ou fizeram parte do festival ao longo das últimas décadas – Inês Lopes Gonçalves, Tânia Ribas de Oliveira, José Carlos Malato, Sílvia Alberto, Tozé Brito, Elisa, Pedro Granger, Filipa Sousa, Margarida Mercês de Melo, Inês Santos, Isabel Angelino, Pedro Fernandes e Ana Paula Reis – dez nomes subiram a palco nesta noite que inicia a celebração dos 60 anos do evento: Bispo, com “Casa Portuguesa”, Iolanda, com “Gritou”, João Borsch, com “Pelas costuras”, LEFT., com “Volto a ti”, MELA, com “Água”, Mila Dores, com “Afia a língua”, Nena, com “Teorias da conspiração”, Noble, com “Memory”, Perpétua, com “Bem longe daqui”, e Rita Rocha, com “Pontos finais”.
Segundo o Spotify, Iolanda, com “Grito”, tinha o tema favorito com mais de 60 mil streams. João Borsch, com “Pelas Costuras”, era a segunda canção com o maior número de reproduções (51 mil), seguida de “Aceitar”, dos No Maka com Ana Maria, (da segunda semifinal) com 44 mil.
A noite ficou marcada logo no início com a homenagem a Sara Tavares, cantora que morreu em novembro do ano passado e cantou naquele mesmo palco há 30 anos. Os amigos Selma e Ivo Costa estiveram entre os músicos que lembraram a artista. Além disso, António Calvário voltou ao palco 60 anos depois e os Delfins recordaram António Variações, com a “Canção do Engate”.