A atriz Joana Seixas vai ser uma de quatro irmãs na nova novela da TVI que estreia já no dia 3. “Quero é Viver” tem uma protagonista com 70 anos, São José Lapa.
Faltam poucos dias para a estreia de “Quero é Viver”, no próximo dia 3 de janeiro, na TVI. A novela conta a história de quatro irmãs – interpretadas por Rita Pereira, Sara Barradas, Fernanda Serrano e Joana Seixas -, que são surpreendidas com o Alzheimer da mãe – papel de São José Lapa -, que, aos 70 anos, decide divorciar-se. Começam aí as fragilidades, alegrias e tristezas de mulheres aparentemente fortes, como conta Joana Seixas em entrevista à N-TV.
“As gravações estão a correr muito bem. Acho que vai ser um projeto muito interessante, porque tem muitas características especiais”, afirma a intérprete, que está de volta à ficção depois de “Prisioneira”, em 2019. “A dinâmica das quatro irmãs é ótima e a nossa ‘mãe’, a São José Lapa, é maravilhosa!”, elogia.
“Ela vai surpreender toda a gente, porque o tema central da novela é sobre a São José e é raro uma protagonista ter 70 anos e a temática ser a libertação feminina”, destaca Joana Seixas.
A atriz acrescenta: “Somos mulheres fortes, mas também com fragilidades. É uma novela muito humana, não é clássica, do bom e do mau, embora haja ricos e pobres, O enredo retrata as relações humanas e acho que é isso que acaba por interessar às pessoas”.
Neste Natal, a atriz voltou a reunir a família. “Estivemos todos em família e acho que isso é o mais importante. Houve brincadeiras dos miúdos e um jantar clássico, mas nem sou propriamente a mais tradicional da família”.
Para já, a atriz não tem ido para a cozinha na época festiva e justifica: “Não sou da parte da cozinha porque não me deixam ainda, mas quando for em minha casa vou ser eu com certeza!”
Recentemente, Joana Seixas esteve com os filhos na estreia do filme “Clifford – O Cão Vermelho”, no Centro Comercial Amoreiras, em Lisboa, naquilo que considerou uma oportunidade de tirar os menores de casa. “Gosto de vir com os miúdos ao cinema, porque acho que é importante tirá-los da caixinha pequenina lá de casa. É importante, de vez em quando, eles verem as coisas noutra dimensão. Houve muito menos cinema no último ano e meio, por causa da covid-19, mas agora vamos tentando sempre que temos a oportunidade”, remata a atriz.








