Mentores do “The Voice Portugal” explicam sucesso nas audiências

Fotografias: Instagram The Voice Portugal

O “talent show”, da RTP1, entrou, no passado domingo, no “Top 2” dos mentores e as audiências subiram. Os quatro músicos justificam o sucesso com as novas vozes e os estilos diferentes.

Depois de duas semanas com audiências abaixo das expectativas, o “The Voice Portugal” voltou à luta com a TVI e a SIC no passado domingo, com a escolha do “Top 2” dos mentores, o que levou a RTP a atingir 16,9 por cento de “share” e quase 750 mil telespetadores e a um empate com o programa que estava ser exibido na SIC.

Aurea, Marisa Liz, António Zambujo e Diogo Piçarra já escolheram, cada um, os dois concorrentes que vão levar para a próxima fase e justificam o regresso ao sucesso do “talent show” apresentado por Vasco Palmeirim e Catarina Furtado. “O que é que o ‘The Voice’ tem? Muito talento e surpresas. É um programa que agrada aos mais novos e aos mais velhos, e que prima pela nossa veracidade perante a nossa opinião e perante os concorrentes”, refere Aurea à N-TV. “Neste ano, que tem sido um caos, é um prazer voltar à nossa casa e continuamos a ficar surpreendidos pelas pessoas que aparecem a cantar incrivelmente bem!”.

Marisa Liz já vai na sétima temporada.”Pensamos no que pode aparecer de novo e continuo a ser surpreendida, não só por quem cá aparece, como pelo formato do programa, que tem coisas novas e, até regras diferentes”, justifica a vocalista dos “Amor Electro”.

“Estava ansioso por voltar e é um regresso em grande para o contexto em que estamos. Andamos juntos, sempre em segurança e tenho aqui muito boas vozes, está a ser uma edição na qual estou mais à vontade e mais premeditado nas escolhas que faço”, explica Diogo Piçarra.

António Zambujo adianta que “a qualidade aparece sempre”. “É impressionante, na sétima edição, a quantidade de gente nova que surge a cantar bem e com estilos diferentes”, nota o intérprete à N-TV.

A nível de concertos, Aurea está na expectativa. “Temos de ter muita paciência e, durante a quarentena, já tinha metido na cabeça que este ano seria uma espécie de pausa forçada para pensar em tudo, A agenda de foi cancelada, mas estamos a voltar aos poucos e é preciso que as pessoas percam o medo de voltar, porque tudo está a ser feito em segurança”, garante.

Mariza Liz defende que é preciso “seguir em frente”. “Vivemos a covid como toda a gente. A indústria parou, não sabemos quando volta em pleno, mas a nossa função é continuar. Lançámos um tema e estamos a tentar ter concertos aos poucos, para as pessoas se sentirem seguras”.

Diogo Piçarra conformou-se que apenas em 2021 voltaria a trabalhar normalmente. Mas há uma “luz ao fundo do túnel”. “Sabíamos que ia fazer concertos nas redes sociais, mas, entretanto, não nos abriram a porta, mas uma janela, com menos público, com máscara. Não nos sentimos acostumados, mas é melhor do que nada!”

Finalmente, António Zambujo teve “concertos que foram reagendados”. “Gravei um disco que estava preparado. De resto não fiz mais nada, aproveitei para descansar”, lembra.