Miley Cyrus e Liam Hemsworth adiam casamento após perderem mansão no incêndio da Califórnia

A atriz norte-americana Miley Cyrus e o namorado, o também ator australiano Liam Hemsworth, decidiram adiar durante mais algum tempo a decisão de se casarem, depois de o incêndio que lavra na Califórnia ter destruído a sua mansão.

Ricos ou pobres, o mais comum dos anónimos ou figuras conhecidas a nível mundial. Por onde tem passado, o grande incêndio que nos últimos dias lavra na Califórnia não tem poupado nada nem ninguém. Por entre muitas casas que ficaram totalmente destruídas, uma delas pertencia aos atores Miley Cyrus e Liam Hemsworth.

O casal que namora há cerca de dois anos tinha em mente fazer em breve a festa do seu casamento naquela mansão localizada no estado norte-americano da Califórnia, mas a sua destruição levou-os a refazerem os planos e a estabelecerem prioridades.

Segundo revelou uma fonte próxima dos dois atores ao site Radar Online, especializado em notícias sobre celebridades, eles “estão firmes e perder bens materiais ensinou-lhes o quão insignificante tudo isso é”, referindo-se também à possibilidade de se casarem.

No Instagram, Miley Cyrus publicou um emotivo texto no qual explica que perdeu a casa, mas que isso é o menos importante nesta altura. “Estou completamente devastada pelos incêndios que afetam a minha comunidade. Sou uma das sortudas. Os meus animais e o amor da minha vida conseguiram escapar em segurança e isso é tudo o que importa”.

Logo depois, explicou que foi uma das pessoas que viram a sua casa ser destruída pela força das chamas, mas que está “grata” por tudo o que lhe resta, salientando a importância da família e dos amigos e das boas memórias que “permanecem fortes”.

Por fim, Miley expressou toda a sua gratidão aos bombeiros que têm feito tudo o que está ao seu alcance para combater o incêndio, considerado já o mais mortífero nos Estados Unidos desde 1933, e apelou a que lhes continuem a ser feitos mais donativos.

Leia aqui o texto escrito por Miley Cyrus:

O último balanço das autoridades norte-americanas confirma a morte de pelo menos 42 pessoas, enquanto outras 228 continuam desaparecidas.

TEXTO: Duarte Lago

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