À quarta gala do “Big Brother 2020”, o apresentador voltou a mudar a cor do casaco. Cláudio Ramos revela o segredo por detrás de cada modelo.
Começou com um casaco cor de gengibre na estreia, depois escolheu o verde, seguiu-se o azul e este domingo, na quarta gala, optou por um castanho. Cláudio Ramos ainda não repetiu uma cor no “Big Brother 2020” e esta madrugada explicou aos jornalistas o significado das cores, numa sala dos estúdios da Venda do Pinheiro, 30 minutos depois do programa terminar.
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“O fato vai variar entre os seis e os quatro botões porque é uma questão de conforto. Além de eu me sentir melhor com ele, porque aproveitei um que já tinha usado e mandei fazer de várias cores, há uma simbologia”, começa por admitir o comunicador.
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“Cada um tem a sua simbologia. O de hoje (castanho) tem a ver com terra, porque sem ela não vamos a lado nenhum. Nem que seja só na minha cabeça cada um tem o seu significado”, insiste.
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Cláudio Ramos acrescenta: “Na semana passada era o mar, tive também a beringela que é a cor da criatividade (era para ser um azul escuro, que será mais para a frente) e o verde vem da esperança”, explica.
Finalmente, há um truque: Depois tenho uns ‘pockets’ (transmissores) atrás, que pesam muito e se os fatos se mudarem e o microfone for pesado vai abrir muito a lapela. É uma questão estética e de vaidade”, conclui o apresentador.