Este ano foi um dos piores vividos por Teresa Guilherme. Entre o incêndio de grandes proporções no Parque Natural Sintra-Cascais que ameaçou a sua casa, no início de outubro, aos “falsos amigos”, a apresentadora não esquece as “coisas realmente muito más” que se passaram consigo em 2018.
Teresa Guilherme confessou a Júlio Magalhães, em entrevista ao programa conduzido pelo jornalista no Porto Canal, que a sua vida “nunca foi fácil”, mas o ano de 2018 revelou-se um dos piores de que tem memória. Pelo menos no início.
Sem referir as razões, a data remete para o momento em que Manuel Luís Goucha a substituiu na condução do “reality show” “Casa dos Segredos”, na TVI, tendo, à data, surgido notícias de que apresentadora não terá ficado satisfeita. Aliás, Goucha acabaria por admitir que a colega “ficou um bocadinho triste por não lhe ter dito” antes de o seu nome ter sido anunciado publicamente. “Não podia”, justificou então.
“Foi um ano de desmascarar falsos amigos. Já me aconteceram coisas realmente muito más”, frisou agora Teresa, de 63 anos, a Júlio Magalhães.
Apesar de todos os tombos, a também produtora frisa que não cai. “Já fui empurrada para o chão tantas vezes… (…) O que importa é a velocidade a que te levantas porque ficar na dor, isso é que é uma perda de tempo”.
Já sobre o seu regresso ao pequeno ecrã, Teresa Guilherme parece não ter pressa. E confessa que “podia nunca voltar”. “Gosto de coisas novas e apresentar sempre as mesmas coisas sempre me matou”.
Ainda assim, orgulha-se do projeto online “A Casamenteira”, ao qual se tem dedicado nos últimos meses. “Curiosamente, interesso-me por casamentos e na SIC está a ver um programa [“Casados à Primeira Vista] e na TVI vem um de encontros [“First Dates”, com Fátima Lopes e Ruben Rua]. É como se eu apanhasse a onda antes dela chegar”, atira.
TEXTO: Ana Filipe Silveira