Júlio Isidro celebra 20 anos de casamento: “Quero amar enquanto estou vivo porque, depois, não sei”

Foi na véspera do dia da Liberdade de 1998 que, “por razões meramente formais”, Júlio Isidro e Sandra Isidro se casaram. O apresentador utilizou as redes sociais para assinalar o dia em que celebra 20 anos de casado.

Vinte anos não são 20 dias. Através do Facebook, o comunicador lembrou o dia em que subiu ao altar com Sandra Isidro, 27 anos mais nova, na altura sua produtora. “Estava um dia lindo, a jovem noiva emitia a luz da felicidade e o veterano noivo sorria de plenitude”, recordou.

O tempo não para e, apesar de estar a comemorar duas décadas de casamento, está “tudo quase igual” para o apresentador. “Numa foto, estou com a Sandra ao colo. Na outra, caminhamos de mão dada porque a minha coluna já não consente. O cabelo castanho que eu estupidamente pintava, agora mostra-se no seu esplendor de brancura”, escreveu, em jeito de brincadeira.

20 ANOS , ANTES E AGORA.Foi no dia 24 de Abril de 1998. Estava um dia lindo,a jovem noiva emitia a luz da felicidade e…

Publicado por Julio Isidro em Segunda-feira, 23 de Abril de 2018

Da relação entre os dois, resultaram duas filhas, Mariana e Francisca, que “obrigaram” Júlio Isidro a “pedir a Deus mais algum tempo por cá”, para poder vê-las “sair do ninho”. É perto de quem gostamos que nos sentimos felizes e de bem com a vida. O mesmo acontece com o apresentador, que diz haver uma diferença entre ser e estar feliz.

“Estou muitas vezes [feliz] e quase sempre quando as minhas meninas me rodeiam. Uma pessoa fica mais forte quando está segura de ser amada. Pela minha parte quero amar enquanto estou vivo porque, depois, não sei”, revelou.

Aos 73 anos, o rosto de programas como “Fungagá da Bicharada” espera cumprir a promessa que fez a si próprio e poder celebrar as bodas de prata ao lado da mulher. “Prometi amar e respeitar a minha mulher e filhas até que a minha partida nos separe. A festa será um jantar a dois onde em silêncio vamos pedir para que isto (eu sou o isto) dure até às bodas de prata”, concluiu.

TEXTO: Miguel Lopes

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