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Margarida Marinho deu o nó em Paris. “São dias muito bons”

Fotografia: Facebook Margarida Marinho

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Aos 56 anos, a atriz deu o nó com o francês Laurent Saglio, depois de alguns anos de relação. “Para já casámos em Paris, mas é válido em Portugal, estamos na União Europeia”, brinca Margarida Marinho.

Uma entrevista rara. Constantemente na ponta aérea Lisboa – Paris, são muito poucas as declarações de Margarida Marinho aos jornalistas, mas a atriz abriu uma excepção para falar ao site N-TV à margem da inauguração da loja Maison Christian Dior no El Corte Inglès, em Lisboa. E, apesar de não gostar de abordar a vida privada, aceitou comentar o casamento em segredo com o financeiro francês Laurent Saglio.

“Já namoro há alguns anos, não é desde 2007, como se escreveu, mas sim, temos anos de relação. Não queria especificar a data porque isso poderia causar embaraço… mas estava solteira quando conheci o meu marido!” brinca a intérprete, mostrando uma grande boa disposição.

O casamento surge aos 56 anos, depois das relações com o realizador João Canijo e o arquiteto Ricardo Zuquete. “Faz sentido celebrar as relações desta maneira, enquanto não inventarem outra… casa-se, com a convicção que todos os dias são e serão muito bons, os que vivemos e os que se seguem. Vamos navegando com a ondulação. quando há saúde e imaginação há muita coisa que se consegue fazer mais ou menos bem”.

O casamento foi em França, mas pode acontecer em Portugal. “Para já casámos em Paris, mas é válido em Portugal, estamos na União Europeia!”

Longe das novelas desde que gravou “Poderosas” para a SIC, em 2015, Margarida Marinho garante que não está “desaparecida em combate” na ficção nacional, até porque integrou a série “Sul”, da RTP, e fez telefilmes. Em janeiro do próximo ano regressa ao teatro.

“Estamos quase a estrear no dia 10 de janeiro no São Luís uma encenação da Fernanda Lapa que se chama ‘Sem Flores nem Coroas’. Vai estar em cena até dia 19 de janeiro, não é muito tempo, por isso, aproveitem”, desafia a atriz.

A peça conta com os atores João Grosso, Carolina Amaral, Pedro Russo, Elsa Galvão e Rita Paixão e “é sobre o fim do império português em Goa, na Índia”.

E novelas? “O teatro é diferente das novelas porque estou muito dedicada e concentrada num determinado texto e faço questão de não poder aceitar outro trabalho, porque iriam concorrer em tempo. Tenho o mesmo respeito pelo trabalho em televisão, seja uma novela, seja uma série, ou um telefilme. Mas não há tempo físico para conseguir estar em pleno. Mas no teatro posso respirar o texto, o que não consigo fazer noutros suportes artísticos”, explica.

Margarida Marinho está a terminar, entretanto, o seu romance infanto-juvenil, que deve ser lançado no próximo ano.