Pai de Jessica Athayde está a lutar contra o cancro. Tia da atriz morreu durante gravações de “A Herdeira”

Em jeito de balanço após o final das gravações de “A Herdeira”, da TVI, Jessica Athayde fala sobre este “projeto mais tudo” da sua vida e desabafa sobre questões familiares e pessoais: a morte da tia, o cancro do pai e uma relação à distância falhada.

O último ano de Jessica Athayde foi recheado de momentos positivos, mas também de negativos. No seu blogue, intitulado Jessy James, escreve sobre a “despedida” de “A Herdeira”, novela a que se dedicou nos últimos meses e à qual disse adeus na passada sexta-feira. “Foi o projeto mais tudo da minha vida, nunca me senti tão insegura e realizada ao mesmo tempo”, diz a atriz da TVI.

“Pela primeira vez vi-me a fazer duas personagens ao mesmo tempo, e a tentar ter espaço para as duas no coração (e no cérebro, com tanto para memorizar!)”, brinca.

“Trocar várias vezes de personagem ao longo do dia é complicado, fazer duas é muito diferente de fazer uma, acreditem! Nunca tive tão mau feitio na minha vida como tive durante novela”

No seu texto, a intérprete, de 32 anos, acaba por desabafar sobre questões familiares que se atravessaram no seu caminho ao longo deste período. “A minha tia Graça morreu com cancro durante as gravações e não fui a tempo de me despedir dela”, conta. “Pouco tempo depois, o meu pai ficou doente também com cancro e a tratar-se fora de Portugal, tive de gerir uma relação via telefone. Mas antes que fiquem preocupados, o meu pai está a recuperar e está tudo a correr bem”, frisou Jessica Athayde.

“Do nada apaixonei-me por uma pessoa improvável na minha vida, aguentei as críticas e mentiras que foram ditas a meu respeito”

As alegadas ameaças de que foi vítima por ter partilhado um vídeo relativo às agressões junto à discoteca Urban Beach, em Lisboa, a alimentação menos cuidada, o ter acabado “uma relação à distância quando achava que era de vez” e o ter-se apaixonado “do nada” por Diogo Amaral, “uma pessoa improvável” na sua vidam, fizeram parte desta etapa. Uma etapa que, refere, a fizerem crescer.

“Cresci muito e dores de crescimento doem bué mas também são muito recompensadoras”

No final do seu desabafo, Jessica Athayde manifesta esperança, até porque a sua cadela Bali, que foi atacada por outro cão e esteve em risco de perder a vida, apresenta melhoras: “Acredito que vêm aí coisas boas para todos nós!”

TEXTO: Ana Filipe Silveira

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