Depois de ter gravado a série “Amar Depois de Amar”, na qual interpretou um homem que trai a mulher, o ator prepara-se para um novo papel da TVI. E faz juras de amor à companheira de anos.
Alguns meses depois de o último episódio ter sido exibido na TVI, a série “Amar Depois de Amar” ainda continua bem presente na vida do protagonista, Pedro Lima que, na trama, engana a mulher, Raquel (Maria João Pinho) com Marina (Dina Félix da Costa). No Instagram não param os elogios ao seu Gonçalo que, apesar de traidor, agradou aos telespetadores. “Acho que os portugueses entenderam o motivo da traição dele”, começa por referir em entrevista à N-TV. “Pelos vistos a novela marcou-me a mim e muita gente, porque tocou muitas pessoas. Pode parecer pretensiosismo, mas acho que mudou a vida de algumas pessoas, que tiveram coragem de tomar decisões difíceis”, acrescenta o ator, à margem do musical “Garfield”, que está em exibição nos jardins do Casino Estoril.
“Cada vez que faço um projeto a minha fantasia é levar as pessoas a mudar, fazer algo que as inspire, lhes dê coragem para tomar decisões que às vezes são difíceis de tomar”, refere ainda Pedro Lima que, até ao final do ano, vai estar em palco com “Os Vizinhos de Cima”, ao lado de Fernanda Serrano e Ana Brito e Cunha. Segue-se uma nova novela da TVI: “É verdade, vou fazer mais uma produção, mas ainda não sabemos exatamente o que é e que personagem se trata”.
E se, na ficção, ficou rotulado de “traidor”, na vida real Pedro Lima só tem olhos para a mulher, a ceramista Anna Westerlund, com declarações de amor sucessivas no perfil de Instagram. O ator recorda como se conheceram, há já 18 anos. “A Anna trabalhava como modelo quando a conheci e é impossível resistir à beleza do seu trabalho e da família que construiu. Temos filhos maravilhosos”, congratula-se, referindo-se a Emma, Mia, Max e Clara – o ator é ainda par de João Francisco.
Outro dos “amores” do ator é o surf e, recentemente, o intérprete entrou no famoso “canhão da Nazaré”. “Ver de perto o canhão da Nazaré é outra coisa, muito diferente de observar a força do mar na televisão. Fui experimentar aquela zona a convite do surfista Nico Von Rupp e não levei a minha prancha, desta vez fui sentado na moto de água. Claro que o mar não estava gigante como costuma estar, mas deu para sentir a energia do lugar!” diz, à despedida.