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“Pensava que o meu pai fazia panquecas”. A peculiar recordação da filha de Michael Douglas

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Carys Zeta Douglas, filha de Michael Douglas e Catherine Zeta-Jones, revelou que, enquanto criança, não sabia que o pai era famoso. A jovem pensava que o emprego de Douglas era fazer panquecas.

Michael Douglas, de 73 anos, é um dos nomes mais sonantes do cinema norte-americano mas para a filha mais nova, Carys, o ator era apenas um pai comum. “Honestamente, eu não sabia que o meu pai era ator. Pensava que ele fazia panquecas”, confessou a jovem de 15 anos à revista”Town and Country”

A jovem figurou na mais recente edição da revista norte-americana ao lado da mãe, Catherine Zeta-Jones. As celebridades foram as convidadas do suplemento anual “Modern Swans and Living Legends”, que se dedica a dar visibilidade a jovens promissores com pais famosos.

Carys, que quer seguir as pisadas dos pais e ser atriz, revelou ainda que estar associada ao legado cinematográfico da família paterna a incomodava.

“Quando era mais nova, não gostava da ideia de ter o meu nome associado ao do meu pai, num género de ‘dinastia Douglas’. Acho que o que me incomoda mais é que as pessoas acham que eu não tenho de trabalhar arduamente [para ser atriz], que eu não preciso de o fazer. Que tudo o que eu quero fazer me é oferecido. Quando, honestamente, acho que acontece o contrário. Eu sinto que preciso de provar o meu valor às pessoas constantemente – não sou só filha dos meus pais.”, contou.

Recorde-se que o avô paterno de Carys, Kirk Douglas, é também uma figura marcante do cinema. Kirk, de 101 anos, foi uma figura proeminente em Hollywood, particularmente na década de 1950, e conta com três nomeações para os Óscares. A Academia chegou mesmo a atribuir-lhe um prémio honorário pelo trabalho exemplar desenvolvido.

Carys Douglas confessou ainda que, apesar de os pais terem feito o melhor para que crescesse longe do olhar público, por vezes se sentia desconfortável com a presença de paparazzis. O incómodo, porém, fez com que a jovem se mantivesse fiel a ela própria. “[Eu pensava] ‘se as coisas vão ser assim, preciso de me concentrar em ser eu própria'”.

TEXTO: Inês Messias