Príncipe Carlos ‘apanhado’ em esquema de falsificação de arte

O Príncipe Carlos viu-se envolvido num escândalo de falsificação de obras de arte, ao expor réplicas de pinturas avaliadas em cerca de 122 milhões de euros.

Tony Tetro, um falsificador norte-americano, afirmou ser responsável por três quadros que estão no interior da Dumfries House, uma propriedade adquirida pelo filho da rainha Isabel II e que faz parte da The Prince’s Foundation, segundo o “Daily Mail”.

O artista norte-americano, que está a cumprir uma pena de prisão por falsificação de obras de arte, diz ter pintado quadros de Monet, Picasso e Dalí, cedidos por empréstimo à fundação do Príncipe Carlos por James Stunt e que este tinha conhecimento das imitações. No entanto, o empresário realça que as pinturas são autênticas.

Um porta-voz da fundação revelou que a Dumfries House retirou de exibição as obras em causa e afirmou que a propriedade do Príncipe Carlos “aceita obras de arte como um empréstimo ocasional de indivíduos e organizações”. Contudo, não deixou de sublinhar que “é extremamente lamentável que a autenticidade dessas pinturas seja posta em causa”.

TEXTO: Mariana Capante

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