O filho mais novo de Diana de Gales entra este sábado no 35º ano de vida, soprando, pela primeira vez enquanto homem casado, as 34 velas. Foi um ano que Harry não mais esquecerá.
Foi um dos anos mais intensos da sua vida. Desde que assumiu o noivado com Meghan Markle, a 27 de novembro do ano passado, Harry passou a ser o centro das atenções.
É verdade que, por ser filho de quem é, o príncipe, o sexto na linha de sucessão ao trono britânico, nunca deixou de ser notícia. E foi-o muitas vezes nos tabloides ingleses devido à sua histórica irreverências.
Agora é diferente. A 19 de maio deste ano, na Capela de St. George, no Castelo de Windsor, Harry e Meghan casaram-se, numa cerimónia vista por 18 milhões de britânicos.
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A morte da mãe, Diana, a 31 de agosto de 1997, quando tinha 36 anos, foi o momento mais difícil da vida de Harry e William, o seu irmão mais velho.
“Se perdes a tua mãe com 12 anos, tens de te capacitar que não a vais ter mais ao teu lado. No entanto, 15 ou 17 anos depois, eu continuava sem assumir que ela não estava mais comigo e foi no Afeganistão que me apercebi que era altura de seguir em frente”, referiu em entrevista.
TEXTO: Nuno Azinheira