Em 1981, durante uma visita oficial à Nova Zelândia, a rainha Isabel II de Inglaterra sobreviveu a uma tentativa de homicídio. O caso, abafado na época pelo governo, foi agora confirmado com a divulgação de novos documentos.
De visita oficial à Nova Zelândia, rainha Isabel II de Inglaterra, que se encontrava na cidade de Dunedin, preparava-se para saudar os milhares de pessoas que a aguardavam quando tudo aconteceu.
Foi há 36 anos que Christopher Lewis, um adolescente de 17 anos, disparou contra o carro em que seguia a monarca britânica. Na sequência do tiro, as autoridades do país justificaram o estrondo causado com a queda de um sinal de trânsito, informação naturalmente falsa.
Já o jovem, descrito na época como uma pessoa perturbada, foi detido por posse de arma após ter falhado o alvo. Na altura, a rainha não se terá apercebido do sucedido e prosseguiu com a visita.
Embora o caso remeta para 14 de outubro de 1981, o episódio sempre foi abafado pelo governo, que temia que a soberana não voltasse a pisar o solo neozelandês. No entanto, a história suscitou a curiosidade dos jornalistas.
Agora, novos documentos obtidos pelo site Stuff confirmam a tentativa de homicídio levada a cabo por Christopher Lewis, que realmente “tinha a intenção de matar a rainha”. No entanto, não escolheu o local adequado para disparar nem tinha “uma arma suficientemente potente para alcançar o alvo”.
Depois de ter sido condenado pela morte de uma mulher e outros crimes, o jovem, já na prisão, acabou por cometer suicídio 16 anos mais tarde.
TEXTO: Soraia Pires