Surpresa. Meryl Streep integrada no elenco da segunda temporada de “Big Little Lies”
Em 1978, em "The Deer Hunter", no primeiro papel que lhe valeu uma nomeação para os prémios mais importantes do cinema. Meryl Street interpretou Linda, uma rapariga que sofria de violência por parte do pai.
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Em 1979, em "Kramer vs. Kramer", Streep interpretou Joanna. Acabou por ganhar o Óscar de melhor atriz secundária.
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O filme "The French Lieutenant's Woman" recebeu cinco indicações para Óscar, entre elas a de Melhor Atriz para Meryl Streep. A atriz perdeu para Katharine Hepburn, em "On Golden Pond".
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No filme "Sophie's Choice", em 1982, Meryl deu vida a Sofia, uma mãe polaca e filha de um pai anti-semita, presa num campo de concentração durante a Segunda Guerra. A atriz ganhou pela primeira vez o Óscar na categoria de melhor atriz.
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Em 1983, em "Silkwood", a atriz interpretou uma ativista sindical que morreu num suspeito acidente de carro enquanto investigava alegadas irregularidades na fábrica em que trabalhava.
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Em "África Minha", um drama romântico de 1985, Meryl é uma mulher independente que dirige uma plantação de café no Quénia.
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"Ironweed", de 1987, recebeu duas indicações, nas categorias de Melhor Ator (Jack Nicholson) e Melhor Atriz (Meryl Streep).
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"Um grito no escuro", de 1988, baseado no romance homónimo de John Bryson, valeu a Meryl Streep a nomeação para melhor atriz.
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A atriz interpretou em "Postcards from the Edge" uma cantora country, alcoólica e viciada em drogas.
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Streep recebeu ainda uma nomeação para Melhor Atriz pela sua interpretação no filme "As Pontes de Madison", de 1995.
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Meryl interpretou uma mulher com cancro em "One True Thing", um drama de 1998.
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Na passadeira vermelha da 71ª edição dos Óscares, na qual estava nomeada para melhor atriz principal, pelo papel em "One True Thing". Perdeu para Gwyneth Paltrow.
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A atriz interpreta Roberta, uma professora de música, em "Melodia do Coração" (1999).
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Meryl posa na 78ª edição dos Óscares, em 2000. Perdeu o prémio para Reese Whiterspoon, pelo papel em "Johnny & June".
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Em 2002, foi nomeada para melhor atriz secundária, pelo papel no filme "Adaptation".
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Em "O Diabo Veste Prada" (2006), interpretou a diabólica Miranda Priestly.
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Em "Doubt", um drama de 2008. Meryl Streep juntou-se Philip Seymour Hoffman e Amy Adams e esteve nomeada para melhor atriz secundária.
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A atriz com mais nomeações de sempre nos Óscares perdeu em 2009 para Kate Winslet, pela sua prestação no filme "O Leitor".
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Meryl Streep foi Julia Child, uma chefe de culinária, no filme "Julie & Julia" (2009).
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Um dos mais recentes e mais marcantes papéis que a atriz interpretou: Meryl foi "A Dama de Ferro" e isso valeu-lhe a 17ª indicação para Melhor Atriz. Ganhou o galardão, 29 anos depois da sua segunda vitória.
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Em 2012, Streep posa com o galardão que ganhou na 84ª edição dos Óscares, graças ao papel que desempenhou em "A Dama de Ferro".
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"August: Osage County" estreou-se em 2013, filme no qual a atriz deu corpo a Violet Weston.
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Maryl Streep na 85ª edição dos Óscares, em 2013.
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Em "Into the Woods", um musical produzido pela Disney, no qual Meryl fez de bruxa.
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A atriz na passadeira vermelha dos Óscares de 2015, em que esteve nomeada para o prémio de melhor atriz secundária. Perdeu para Julianne Moore.
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Na sua mais recente interpretação, a atriz emprestou corpo e voz a Florence, uma cantora norte-americana que se tornou conhecida em Nova Iorque nos anos 40 pela sua voz estridente.
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Pela sua interpretação em "The Post", de Steven Spielberg, Streep está nomeada pela 21ª vez para os Óscares.
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Meryl Streep, a atriz mais nomeada de sempre aos Óscares da Academia de Hollywood, vai integrar o elenco de “Big Little Lies”, uma das séries mais premiadas do último ano.
Estreou-se em fevereiro do ano passado e arrebatou quatro Globos de Ouro, oito Emmy e dois SAG Awards, entre outros prémios. Falamos de “Big Little Lies”, que já tem no seu elenco Reese Witherspoon, Nicole Kidman e Laura Dern, às quais se juntar-se-á Meryl Streep. A atriz, que com 21 nomeações é a mais indicada de sempre aos Óscares da Academia de Hollywood, integrará a segunda temporada da série.
A notícia foi confirmada pela HBO no Twitter. “Bem-vinda à nossa tribo de mulheres ferozes”, escreveu a estação norte-americana.
A segunda temporada de “Big Little Lies” tem estreia marcada para 2019 e os seus sete episódios serão inteiramente realizados por uma mulher. Kidman e Witherspoon voltam a assumir a produção executiva, além da interpretação.
Já Streep foi nomeada esta semana para os Óscares, pela 21ª vez, pelo seu desempenho em “The Post”, de Steven Spielberg. A artista, de 68 anos, recebeu três dessas estatuetas, as mais cobiçadas da Sétima Arte: em 1979 por “Kramer contra Kramer”, em 1982 por “A Escolha de Sofia” e em 2012 por “A Dama de Ferro”.
Veja, na galeria acima, os filmes pelos quais a atriz foi nomeada.
Curioso é o facto de o movimento que pediu para que as estrelas vestissem preto nos Globos de Ouro, nos SAG Awards e nos Óscares, como forma de protesto contra os abusos sexuais em Hollywood, ter partido do elenco de “Big Little Lies”. No sentido contrário, Streep foi uma das mais criticadas por alegadamente ter tido conhecimento de casos como o do produtor Harvey Weinstein e ter-se remetido ao silêncio. A interprete negou.